Por Luiz Carlos Bordin
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O dólar encerrou o pregão desta segunda-feira em queda e voltou a ser cotado abaixo de R$ 5, fato que não ocorria há mais de dois anos. O movimento foi acompanhado por um desempenho positivo do Ibovespa, que avançou ao longo do dia, refletindo maior confiança dos investidores no cenário econômico.
A desvalorização da moeda norte-americana ocorreu em meio a um ambiente de oscilação nos mercados internacionais. Durante a manhã, tensões geopolíticas e incertezas envolvendo negociações no Oriente Médio chegaram a pressionar os ativos globais. No entanto, ao longo do dia, novas sinalizações e expectativas mais favoráveis contribuíram para a recuperação do apetite por risco.
Especialistas apontam que a queda do dólar também está relacionada a fatores internos, como o fluxo de capital estrangeiro e a percepção de estabilidade na economia brasileira. Com isso, o real ganhou força frente à moeda dos Estados Unidos, reforçando um cenário mais otimista no curto prazo.
Já o mercado acionário acompanhou o movimento e registrou alta, impulsionado por ações de grandes empresas e pela entrada de investidores. A combinação de câmbio mais baixo e bolsa em alta indica um momento de maior confiança, embora analistas alertem que o cenário externo ainda exige cautela devido às incertezas globais.